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Evento 03

A Citrosuco estará presente em mais um importante evento do setor, reforçando nosso compromisso com a inovação, a sustentabilidade e o desenvolvimento de soluções que conectam nossa cadeia de valor ao futuro.

Será uma oportunidade para compartilharmos conhecimento, fortalecermos relacionamentos e acompanharmos discussões relevantes para o mercado, sempre com o olhar voltado para a geração de impacto positivo e para a construção de caminhos mais sustentáveis.

Seguimos comprometidos em nutrir a vida, vivendo legados.

Evento 02

A Citrosuco estará presente em mais um importante evento do setor, reforçando nosso compromisso com a inovação, a sustentabilidade e o desenvolvimento de soluções que conectam nossa cadeia de valor ao futuro.

Será uma oportunidade para compartilharmos conhecimento, fortalecermos relacionamentos e acompanharmos discussões relevantes para o mercado, sempre com o olhar voltado para a geração de impacto positivo e para a construção de caminhos mais sustentáveis.

Seguimos comprometidos em nutrir a vida, vivendo legados.

Evento 01

A Citrosuco estará presente em mais um importante evento do setor, reforçando nosso compromisso com a inovação, a sustentabilidade e o desenvolvimento de soluções que conectam nossa cadeia de valor ao futuro.

Será uma oportunidade para compartilharmos conhecimento, fortalecermos relacionamentos e acompanharmos discussões relevantes para o mercado, sempre com o olhar voltado para a geração de impacto positivo e para a construção de caminhos mais sustentáveis.

Seguimos comprometidos em nutrir a vida, vivendo legados.

Citrosuco testa biometano na frota e projeta corte de emissões no transporte

Projeto-piloto com caminhões a gás renovável integra estratégia de descarbonização e compromissos ESG 2030

A Citrosuco iniciará o uso de biometano no abastecimento de parte da frota de veículos pesados. A empresa dará início a um projeto-piloto com duração de três meses. A iniciativa integra a estratégia contínua de redução de emissões ao longo da cadeia logística, alinhada aos Compromissos ESG 2030.

O biometano é um gás natural renovável. A substituição de combustíveis fósseis por essa fonte permite redução de até 99% nas emissões de CO₂. No piloto, a Citrosuco utilizará três caminhões com sistema de propulsão a gás. Cada veículo terá autonomia de até 500 quilômetros por abastecimento completo.

Os caminhões operarão em rotas entre fábricas e fazendas no interior de São Paulo. As operações ocorrerão nas regiões de Matão e Araras. Os trajetos também incluirão o deslocamento até o terminal portuário da empresa em Santos. A estimativa aponta a eliminação de até 80 toneladas de CO₂ durante o período de testes.

O uso do biometano soma-se a outras iniciativas em curso. A companhia conduz pilotos de eletrificação na logística terrestre. A empresa também utiliza biobunker B24 na logística marítima. As ações indicam uma estratégia estruturada de descarbonização em diferentes modais.

“Seguimos com foco em eficiência, inovação e sustentabilidade para toda a cadeia de sucos e ingredientes da laranja”, afirma Orlando Nastri, Head de ESG da Citrosuco. Segundo ele, os testes com biometano reforçam o compromisso de gerar impacto positivo para a sociedade e para o planeta.

O projeto envolve parceria com transportadoras. “A iniciativa resulta da cooperação entre a Citrosuco e as transportadoras Camargo e LZN”, diz Mariana Marques Barreiro, coordenadora de Logística da empresa. As parceiras operarão os caminhões e apoiarão a coleta de dados durante a fase de testes.

Estudos do setor sucroenergético indicam que o Brasil importa mais de 30% do gás natural fóssil consumido. Esse volume poderia ser substituído de forma gradual pelo biometano. A mudança ampliaria a resiliência da matriz energética. A estratégia reduziria a dependência de combustíveis importados e estimularia a economia verde. O Estado de São Paulo concentra elevado potencial de produção e consumo desse combustível renovável.

Tomar suco de laranja diariamente pode ajudar o coração, mostra estudo

Estudo internacional publicado na revista Molecular Nutrition & Food Research associa o consumo regular de suco de laranja a benefícios para o coração e a uma maior longevidade.

Embora já façamos alguns anos ouvindo que é preferível comer fruta no café da manhã em vez de tomar suco de laranja – porque a bebida oferece apenas açúcares livres que aumentam o risco de obesidade – não faltam estudos que apontam virtudes interessantes.

Especificamente, uma pesquisa recente demonstrou que o consumo regular de suco de laranja pode influenciar a atividade de milhares de genes dentro das nossas células imunológicas. Muitos desses genes ajudam a controlar a pressão arterial, a reduzir a inflamação e a regular a forma como o corpo processa o açúcar, contribuindo para uma melhor saúde cardíaca no longo prazo.

Os pesquisadores acompanharam adultos que beberam 500 ml de suco de laranja pasteurizado puro todos os dias durante dois meses. Após 60 dias, muitos genes associados à inflamação e à hipertensão arterial estavam menos ativos.

Entre eles, NAMPT, IL6, IL1B e NLRP3, que geralmente entram em ação quando o corpo está sob estresse. Outro gene conhecido como SGK1, que afeta a capacidade dos rins de reter sódio (sal), também teve sua atividade reduzida.

Essas mudanças coincidem com descobertas anteriores que indicam que beber suco de laranja diariamente pode reduzir a pressão arterial em adultos jovens.

A descoberta oferece uma possível explicação para o fato de o suco de laranja estar associado a uma melhor saúde cardíaca em diversos estudos. O novo trabalho mostra que, ao mesmo tempo em que eleva o açúcar no sangue, essa bebida cítrica desencadeia pequenas alterações nos sistemas reguladores do corpo que reduzem a inflamação e ajudam a relaxar os vasos sanguíneos.

Faz sentido se pensarmos que os compostos naturais das laranjas – especialmente a hesperidina, um flavonoide cítrico conhecido por seus efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios – podem influenciar processos relacionados à hipertensão, ao equilíbrio do colesterol e ao modo como o corpo processa o açúcar.

A resposta variou de acordo com o tamanho corporal: pessoas com mais peso tendiam a mostrar maiores mudanças nos genes ligados ao metabolismo de gorduras, enquanto os voluntários mais magros exibiam efeitos mais fortes sobre a inflamação.

Uma revisão sistemática de ensaios controlados envolvendo 639 pessoas, em 15 estudos, descobriu que o consumo regular de suco de laranja reduzia a resistência à insulina e os níveis de colesterol no sangue. A resistência à insulina é um fator-chave da pré-diabetes, e o colesterol alto é um fator de risco estabelecido para doenças cardíacas.

Outra análise, focada em adultos com sobrepeso e obesidade, encontrou pequenas reduções na pressão arterial sistólica e aumentos nas lipoproteínas de alta densidade (HDL) – o chamado colesterol bom – após várias semanas de consumo diário de suco de laranja. Embora modestos, esses efeitos podem fazer diferença significativa se mantidos por anos.

Além disso, de acordo com uma revisão recente, o suco de laranja influencia vias relacionadas ao uso de energia, à comunicação entre células e à inflamação. Ele também pode afetar a microbiota intestinal, cada vez mais considerada importante para a saúde do coração.

Se optarmos pelo suco de laranja sanguínea, basta consumi-lo por um mês para aumentar o número de bactérias intestinais que produzem ácidos graxos de cadeia curta. Esses compostos ajudam a manter uma pressão arterial saudável e a reduzir a inflamação.

As pessoas com síndrome metabólica são as que mais podem se beneficiar. Uma pesquisa com 68 participantes obesos mostrou que o consumo diário de suco de laranja melhorava o funcionamento do revestimento dos vasos sanguíneos (função endotelial), isto é, a capacidade desses vasos de relaxar e se dilatar — algo diretamente associado a menor risco de ataques cardíacos.

Alguns estudos contraditórios

Outro estudo, realizado com 129 trabalhadores de uma fábrica de suco de laranja no Brasil, revelou concentrações sanguíneas mais baixas de apolipoproteína B (apo-B), um marcador que reflete o número de partículas que transportam colesterol e estão ligadas ao risco de infarto.

No entanto, uma análise mais ampla das gorduras no sangue mostrou que, embora os níveis de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) — o colesterol ruim — geralmente diminuam, outras medições lipídicas, como triglicerídeos e HDL, não variam de forma significativa.

Em qualquer caso, parece que beber suco de laranja não oferece apenas açúcar: embora a fruta inteira ainda seja a melhor opção, devido à sua fibra, um copo diário de suco de laranja puro pode ter efeitos benéficos para a saúde que se acumulam com o tempo. Esses incluem redução da inflamação, melhora do fluxo sanguíneo e melhores marcadores sanguíneos relacionados à saúde cardíaca no longo prazo.

*David C. Gaze é professor senior em Patologia Química na Universidade de Westminster.

**Este texto foi publicado originalmente no site da The Conversation.

Suco de laranja pode aumentar a longevidade, segundo pesquisa

Estudo internacional publicado na revista Molecular Nutrition & Food Research associa o consumo regular de suco de laranja a benefícios para o coração e a uma maior longevidade.

Um novo estudo internacional reforça os benefícios do suco de laranja para a saúde cardiovascular e sugere que o consumo regular da bebida pode contribuir para a longevidade. Conduzida de forma colaborativa por cientistas brasileiros e norte-americanos, a pesquisa foi publicada no periódico Molecular Nutrition & Food Research.

Segundo o trabalho, o suco de laranja modula vias metabólicas importantes, reduz processos inflamatórios, melhora a composição lipídica e favorece o coração. Esses efeitos estão ligados à capacidade da bebida de melhorar a sensibilidade à insulina, regular o metabolismo energético, reduzir o colesterol LDL e apoiar o bom funcionamento das mitocôndrias, estruturas responsáveis pela produção de energia nas células.

O consumo regular também pode ajudar a equilibrar a microbiota intestinal, fator cada vez mais associado à saúde como um todo. Em experimentos com pessoas com obesidade, observou-se redução de marcadores de inflamação e melhora do perfil metabólico em poucas semanas. Entre os benefícios está ainda a menor exposição a doenças cardiovasculares, com auxílio no controle da pressão arterial e do colesterol.

Apesar das evidências positivas, os pesquisadores ressaltam que o suco não substitui uma dieta equilibrada: por conter açúcares naturais, ele perde parte do benefício se consumido em excesso ou no lugar de frutas inteiras. A recomendação é incluí-lo em uma alimentação rica em frutas, verduras e fibras, dando preferência ao suco 100% natural ou espremido na hora, em vez das versões industrializadas com açúcar e conservantes.

Citrosuco Anuncia Fundo de Pensão do Canadá PSP Como Novo Acionista

A Citrosuco, uma das maiores exportadoras de suco de laranja do mundo, anunciou nesta quinta-feira (4) que o Public Sector Pension Investment Board (PSP Investments), um fundo de pensão do Canadá, passará a integrar seu grupo acionário.

Segundo a empresa, o movimento abre caminho para “uma parceria estratégica de longo prazo”.

O Brasil, maior exportador de suco de laranja, domina o mercado com a atuação de poucas empresas exportadoras, entre elas a Citrosuco. As outras mais importantes incluem Cutrale e Louis Dreyfus.

O novo sócio da Citrosuco foi anunciado em momento em que a empresa conduz “um dos maiores programas de expansão de pomares de sua história”, com foco em regiões adjacentes ao cinturão citrícola de São Paulo.

Essa iniciativa busca aumentar a produtividade e melhorar a qualidade articipação da fruta própria no suprimento industrial, destacou emcomunicado.

“Essa expansão também faz parte de uma visão mais ampla de resiliência de longo prazo”, disse o CEO da Citrosuco, Mario Bertoncini.

O setor tem buscado expandir para outras regiões, mais distantes de áreas tradicionais de São Paulo, onde há desafios com a doença greening, que não tem cura e reduz a produtividade dos pomares.

A Citrosuco disse ainda que a área de Recursos Naturais do PSP tem ampcomprovada em investimentos globais em agricultura e florestas, incluindoculturas perenes.

A empresa não divulgou os valores envolvidos ou a fatia do novo sócio, dizendo apenas que a estrutura acionária da Citrosuco, que já tinha o Grupo Fischer e a Votorantim, passou a incluir a PSP Investments.

Questionada, a empresa afirmou apenas que a Citrosuco passa a ter três

O jornal Valor Econômico publicou a informação mais cedo.

https://forbes.com.br/forbes-agro/2025/12/citrosuco-anuncia-fundo-de-pensao-do-canada-psp-como-novo-acionista

Citrosuco e Itaú BBA lançam programa para a citricultura

Brazilian Citrus Program For Climate Adaptation aposta na regeneração do solos em áreas de expansão de citros no Cerrado

A Citrosuco e o Itaú BBA anunciaram na Climate Week NYC o lançamento do Brazilian Citrus Program For Climate Adaptation, programa que une sustentabilidade e inovação agrícola. Focada na nova fronteira da citricultura, a iniciativa busca apoiar produtores na adoção de práticas regenerativas e geração de renda por meio de créditos de carbono de remoção.

O programa fomenta práticas como o uso racional da água, adubos verdes, capina ecológica e controle preventivo de pragas, especialmente o greening, uma das principais ameaças à citricultura. A proposta é aumentar a resiliência dos pomares e estimular a adaptação climática também nas áreas de expansão da citricultura brasileira, como o Cerrado.

A atuação conjunta prevê que, inicialmente, cerca de 45 mil hectares gerarão créditos de carbono a partir de implementação de práticas regenerativas.

Essa área corresponde a mais de 63 mil campos de futebol, gerando anualmente em média 100 mil créditos de carbono ao longo de 25 anos, o que equivale à redução estimada de 3,5 milhões de toneladas de CO2.

Esse total é suficiente para compensar, em média, o consumo elétrico de mais de 350 mil residências brasileiras por um ano. Os créditos serão comercializados pelo Itaú BBA. 

Desenvolvimento sustentável

“O projeto é mais um passo relevante na integração entre desenvolvimento sustentável, adaptação climática e modernização do setor agrícola. Ao lado da Citrosuco, estamos viabilizando práticas regenerativas que fortalecem a citricultura, geram créditos de carbono e promovem ganhos reais para os produtores. Essa iniciativa reforça o compromisso do Itaú Unibanco com a transição para uma economia de baixo carbono”, comentou Maria Belen Losada (na foto, à esquerda), head de produtos de Carbono do Itaú Unibanco. 

“Essa iniciativa faz parte dos nossos Compromissos ESG 2030, que têm como um dos objetivos contribuir para a resiliência climática. A partir da parceria com o Itaú Unibanco, que permite transformar práticas agrícolas responsáveis em créditos de carbono, a Citrosuco garante a entrega de indicadores já trabalhados na agenda de sustentabilidade. Seguimos investindo para sermos protagonistas na transformação da cadeia de valor e na geração de impacto positivo para a sociedade e o planeta”, destacou Clauber Andrade (na foto, à direita), Chief Legal Corporate Affairs Office da Citrosuco. 

Além da gestão compartilhada do programa, o Itaú atuará na estruturação técnica e negociação com compradores. A Citrosuco, por sua vez, será responsável pelo engajamento de parceiros citricultores para aderirem ao programa, apoio na prevenção ao greening e contribuirá com certificações socioambientais e orientação em campo.

Com quantas laranjas se faz um crédito de carbono?

Parceria entre Itaú BBA e Citrosuco cria programa inédito que transforma laranjais em créditos de carbono e leva a agricultura regenerativa à nova fronteira da citricultura, o Cerrado.

Lançado durante a São Paulo Climate Week, o Brazilian Citrus Program For Climate Adaptation nasce de uma parceria entre o Itaú BBA e a Citrosuco voltada à inovação, à agricultura regenerativa e à geração de créditos de carbono na citricultura.

O programa atuará inicialmente em cerca de 30 mil hectares de laranjais, com previsão de chegar a algo entre 40 e 50 mil hectares — área equivalente a mais de 42 mil campos de futebol.

O Brasil é o maior produtor e exportador de suco de laranja do mundo. De acordo com a Embrapa, o país responde por cerca de 75% do comércio internacional do produto, com quase 400 mil hectares dedicados à citricultura. Como cultura perene, a laranjeira tem alta capacidade de capturar carbono — de três a quatro vezes mais do que outras práticas agrícolas.

A expectativa é gerar entre 100 mil e 150 mil créditos de carbono por ano, ao longo de 25 anos, o que corresponde a uma redução estimada de 2,5 a 3,5 milhões de toneladas de carbono — suficiente para compensar, em média, o consumo elétrico de mais de 350 mil residências brasileiras por um ano. Os créditos serão comercializados pelo Itaú.

Líder global em área consolidada de laranjais, a Citrosuco tem 29 fazendas próprias que somam 40 mil hectares — total que chega a 130 mil hectares considerando seus fornecedores — e exporta suco para mais de cem países. O programa acompanha a expansão da companhia para fora do cinturão paulista, consolidando o Cerrado como nova fronteira da citricultura.

Entre as práticas incentivadas estão o uso racional da água, adubos verdes, capina ecológica e o controle preventivo de pragas, com destaque para o greening, uma das principais ameaças à citricultura. A iniciativa busca unir produtividade, ganhos para o solo e geração de renda aos produtores via créditos de carbono.

“O programa é um passo relevante na integração entre desenvolvimento sustentável, adaptação climática e modernização do setor agrícola”, afirma Maria Belen Losada, head de produtos de carbono do Itaú. Na divisão de papéis, o banco cuida da estruturação técnica dos créditos e da negociação com compradores, enquanto a Citrosuco engaja citricultores, apoia a prevenção

Citrosuco anuncia operação com navio movido a biodiesel B24

Embarcação atracou em Santos (SP) para iniciar a viagem inaugural; iniciativa pode reduzir emissões em até 20%

A Citrosuco, uma das maiores produtoras de sucos e ingredientes de laranja do mundo, anuncia a realização da primeira viagem de longo curso da sua frota de navios com o uso de biodiesel B24. A utilização do combustível renovável, que contribui para a redução de emissões, faz parte da jornada da empresa rumo a uma navegação mais sustentável. 

O responsável por estrear a novidade é o navio MV Carlos Fischer, que passou por atualizações técnicas recentemente em Tuzla, na Turquia. Com 205 metros de comprimento e 32 metros de largura, o navio tem capacidade para 32 mil toneladas de suco de laranja. 

A embarcação atracou no porto de Santos (SP), após o período na Turquia, trazendo consigo as primeiras 500 toneladas de biodiesel B24 a bordo dos tanques de combustível para iniciar a sua próxima viagem com destino aos Estados Unidos. 

Considerada uma alternativa promissora para a descarbonização do transporte marítimo, o biodiesel B24 pode reduzir as emissões well to wake, metodologia que avalia o ciclo de vida completo do combustível, em até 20%. O uso do biocombustível também está em conformidade com as normas internacionais de navegação, como IMO 2030 e 2050, CII (Carbon Intensity Indicator) e EEXI (Energy Efficiency Existing Ship Index). 

“Essa iniciativa reforça nosso compromisso com a descarbonização do setor marítimo alinhado ao SBTI – Science Based Target Initiative –, conectando metas ambientais internacionais aos objetivos ESG da Citrosuco, que visa reduzir as emissões de carbono em 28% até 2030 nos escopos 1 e 2”, ressalta Karen Lopes, Gerente Geral de Operações Marítimas e Terminais da Citrosuco. 

Após a viagem inaugural com o uso de biodiesel a bordo do MV Carlos Fischer, a companhia planeja ampliar gradualmente a utilização do biocombustível nas demais embarcações da frota – composta por 5 navios dedicados e 1 charter.